TSE nega ataque hacker em filiação de Flávio Bolsonaro ao Partido Missão; legenda aponta fraude

TSE nega invasão cibernética

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou veementemente a ocorrência de qualquer ataque hacker ou invasão em seus sistemas digitais no episódio que envolveu o registro de filiação do senador Flávio Bolsonaro (PL) ao Partido Missão. A informação foi confirmada pelo órgão ao portal Metrópoles, que esclareceu que a filiação foi realizada por meio de um representante da própria legenda, e não por ação externa maliciosa.

Partido Missão alega filiação fraudulenta

Em contrapartida, o Partido Missão veio a público declarar que o registro da filiação de Flávio Bolsonaro em seu sistema interno tratou-se de uma tentativa de filiação fraudulenta. Segundo a legenda, a irregularidade foi identificada no mesmo dia em que ocorreu, e uma tentativa de cancelamento foi efetuada, porém rejeitada pelo sistema do TSE. O partido também informou ter notificado o gabinete do senador sobre o incidente desde o início do mês e que o caso já foi encaminhado à Polícia Federal.

Legenda se diz vítima de fraude e repudia irregularidades

Em nota oficial, o Partido Missão reiterou ser vítima de uma tentativa de filiação fraudulenta. A sigla detalhou que, após identificar a fraude, a solicitação de cancelamento foi recusada pelo TSE. O partido afirma ter enviado e-mails ao gabinete de Flávio Bolsonaro em 2 de maio, informando sobre a tentativa de filiação, mas não obteve resposta. O partido ressaltou que não compactua com filiações fraudulentas e que está tomando todas as providências cabíveis junto à Polícia Federal e ao TSE para identificar e punir os responsáveis.

Desalinhamento ideológico e suspeitas de corrupção citados

A nota do Partido Missão também mencionou o desalinhamento ideológico com o senador e as suspeitas de envolvimento em esquemas de corrupção como motivos pelos quais não teriam interesse em acolhê-lo em seus quadros. O partido se colocou à disposição das autoridades para a completa apuração dos fatos, prometendo disponibilizar um relatório com logs, e-mails e IPs para a imprensa e órgãos competentes.

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