Casa Catarina: Oeste de SC se prepara para receber primeiras casas populares do programa estadual de R$ 654 milhões

Oeste Catarinense na Vanguarda do Programa Habitacional

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O programa Casa Catarina, iniciativa do governo do estado com investimento projetado de R$ 654 milhões, inicia sua fase de entregas no Oeste de Santa Catarina. As primeiras casas populares construídas através deste ambicioso projeto estão próximas de serem inauguradas, marcando um passo significativo na oferta de moradias dignas para a população catarinense.

Mais de Cinco Mil Unidades Previstas na Primeira Etapa

A primeira fase do Casa Catarina contempla a construção de mais de cinco mil moradias em 242 municípios que já aderiram à iniciativa. A meta estadual é expandir o programa para todas as cidades catarinenses, garantindo que o benefício habitacional alcance o maior número de famílias possível.

Características das Novas Moradias

As casas do programa possuem 60 metros quadrados de área construída e contam com banheiros adaptados, pensando na acessibilidade para pessoas com deficiência. Unidades em cidades do Oeste, como Iraceminha, Caibi, Nova Erechim e Passos Maia, já exibem um estágio avançado de construção, com as obras praticamente concluídas e a expectativa de inauguração iminente. A secretária Adeliana Dal Pont, da Assistência Social, Mulher e Família, expressou satisfação com a qualidade e o design moderno das residências.

Critérios e Funcionamento do Programa Casa Catarina

Para ter acesso às casas populares do Casa Catarina, as famílias devem possuir renda de até quatro salários mínimos e não ter imóvel próprio ou financiamento habitacional ativo. É necessário residir há pelo menos um ano no município onde pleiteia a moradia e ser maior de 18 anos ou emancipado. O cadastro é realizado diretamente na administração municipal.

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O programa funciona com o repasse de recursos às prefeituras, que podem conduzir as licitações e a execução das obras ou utilizar atas de registro de preços da Secretaria de Estado da Infraestrutura e Mobilidade. A distribuição das unidades entre os municípios considera critérios populacionais, variando de 12 a 43 casas por cidade, dependendo do número de habitantes.

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