Bebê de 1 ano e 9 meses é salvo após se afogar em açude e sofrer parada cardiorrespiratória em Santo Amaro da Imperatriz

Família age rápido e bombeiros realizam salvamento

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Um grave incidente ocorreu em Santo Amaro da Imperatriz, na Grande Florianópolis, neste domingo (11), quando um bebê de um ano e nove meses se afogou em um açude, chegando a sofrer uma parada cardiorrespiratória. A família da criança agiu prontamente, iniciando manobras de reanimação ainda no local, seguindo as orientações recebidas pela central de emergências. A chegada dos bombeiros foi fundamental para estabilizar o quadro do bebê.

Transporte aéreo garante atendimento especializado

Após a intervenção dos bombeiros, a criança foi considerada estável o suficiente para ser transportada. O helicóptero Águia realizou o transporte aéreo do bebê até o Hospital Infantil Joana Gusmão, localizado em Florianópolis, onde ele recebeu atendimento médico especializado.

Prevenção de afogamentos: um alerta constante

O caso em Santo Amaro da Imperatriz reforça a importância da prevenção de acidentes aquáticos. Dados do Ministério da Saúde indicam que, entre 2010 e 2023, o Brasil registrou aproximadamente 71 mil mortes por afogamento. O pediatra Hamilton Robledo, da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, enfatiza a necessidade de atenção contínua e medidas preventivas.

Medidas essenciais para a segurança infantil na água

O especialista recomenda que as crianças nunca fiquem sozinhas perto de piscinas ou outras fontes de água. Medidas como a instalação de barreiras de proteção (cercas, tampas em tanques e cisternas) e a supervisão constante durante atividades aquáticas são cruciais. Além disso, Robledo sugere orientar as crianças sobre segurança na água desde cedo, incentivar o aprendizado de natação e conscientizá-las sobre os riscos.

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Após qualquer incidente, busque atendimento médico

O pediatra ressalta que, mesmo que a criança pareça recuperada após um incidente de afogamento e retome a respiração, é indispensável levá-la imediatamente a um serviço de emergência. Ele lista outras medidas importantes, como ensinar sobre segurança aquática, manter baldes e banheiras vazios e fora do alcance das crianças, orientar todos os cuidadores sobre primeiros socorros e usar coletes salva-vidas homologados em atividades aquáticas, lembrando que boias e flutuadores não substituem a supervisão e o uso de coletes adequados.

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