Vídeo Chocante: Antas, Queixadas e Pumas Surpreendem em Florestas Urbanas de SC

Flagrantes Raros Capturados em Mata Preservada

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Imagens surpreendentes capturadas por câmeras de monitoramento instaladas em áreas de mata em Jaraguá do Sul, no Norte de Santa Catarina, revelam a presença de animais raros que ainda circulam longe do olhar humano. O biólogo Gilberto Duwe, conhecido como Giba, foi o responsável por instalar os equipamentos, que acabaram registrando cenas impressionantes e foram compartilhadas nas redes sociais.

Antas e Queixadas: Sinais de Equilíbrio Ambiental

Entre os flagrantes mais notáveis estão antas, um dos maiores mamíferos terrestres da América do Sul, caminhando tranquilamente pela floresta. Um dos animais chegou a se aproximar curioso de uma das câmeras, gerando grande repercussão online. O registro reforça a importância da preservação das áreas verdes urbanas. Outras imagens mostram um grande bando de queixadas, conhecidos por seu comportamento coletivo e papel essencial na regeneração florestal, atravessando uma trilha. Essa espécie figura na lista de animais ameaçados de extinção, tornando o flagrante ainda mais significativo.

Dinâmica da Cadeia Alimentar e Adaptação Urbana

O monitoramento também captou cenas de mão-peladas explorando o ambiente, uma irara se alimentando pacatamente e um veado sendo seguido de perto por um puma, evidenciando a complexa dinâmica da cadeia alimentar que se mantém ativa na região. Segundo o biólogo Gilberto Duwe, a presença desses animais indica que a floresta continua viva e pulsante, apesar da crescente pressão urbana. “Os animais não desapareceram, apenas aprenderam a evitar áreas de maior movimento humano”, explicou.

Convivência Crescente entre Homem e Natureza

Esses registros também destacam a crescente proximidade entre áreas urbanas e a Mata Atlântica em Jaraguá do Sul. O balanço de 2025 do Programa Resgate de Fauna da prefeitura aponta para um aumento nos atendimentos a animais silvestres, com 603 ocorrências registradas ao longo do ano, superando o período anterior. Esse dado sugere uma convivência cada vez mais intensa, mas também a necessidade de atenção e respeito ao ecossistema local.

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