Torre Montparnasse terá reforma de €624 milhões a partir de 2026 para transformar ícone criticado em exemplo de sustentabilidade

Torre Montparnasse terá reforma de €624 milhões a partir de 2026 para transformar ícone criticado em exemplo de sustentabilidade

Obra começará em meados de 2026; projeto evita demolição após problemas com amianto e aposta em requalificação que alia inovação técnica e preservação

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Erguida em 1973 e frequentemente rotulada como “um dos edifícios mais feios do mundo”, a torre Montparnasse, em Paris, prepara-se para uma grande transformação. Com investimento estimado em 624 milhões de euros, a reforma deve ser iniciada em meados de 2026 e tem como objetivo renovar o arranha-céu sem recorrer à demolição.

Por que a reforma é necessária

Além das críticas estéticas que marcaram sua história, a torre carregou um passado técnico delicado: a presença de materiais tóxicos, entre eles o amianto, por muito tempo impediu planos de demolição imediata. A necessidade de modernização e as exigências por edifícios mais eficientes e seguros motivaram a opção por uma requalificação profunda do imóvel.

O que se espera da intervenção

Segundo as informações divulgadas, o projeto busca conciliar respeito à estrutura existente com inovações técnicas — priorizando melhorias de desempenho energético, conforto interno e imagem urbana. A proposta visa transformar a torre em um símbolo de arquitetura responsável, combinando sustentabilidade e elegância.

Cronograma e custo

O início das obras está previsto para meados de 2026, com o orçamento fixado em 624 milhões de euros. As intervenções serão conduzidas de forma a minimizar riscos associados aos materiais antigos e a manter o máximo possível da estrutura original, reduzindo o impacto ambiental em comparação com uma demolição e reconstrução.

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Impactos e controvérsias

A reforma alimenta debates entre preservacionistas, moradores e especialistas em urbanismo: há quem veja a requalificação como uma segunda chance para um marco contestado; outros criticam o custo e questionam se a intervenção mudará a percepção pública. Ainda assim, a iniciativa sinaliza uma tendência crescente nas grandes cidades: priorizar a renovação sustentável de edifícios existentes em vez de apagá‑los do cenário urbano.

Matéria baseada em informações originalmente publicadas pela Architectural Digest França e reportadas por veículos parceiros.

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