O aeroporto mais bonito do mundo em Shimojishima: por que o terminal japonês parece a casa de um arquiteto com piscina, design minimalista e certificação ZEB

O aeroporto mais bonito do mundo em Shimojishima: por que o terminal japonês parece a casa de um arquiteto

Renovado em 2019, o terminal-jardim da ilha combina biofilia, materiais naturais e soluções de energia para se integrar à paisagem subtropical

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Na pequena ilha de Shimojishima, no arquipélago de Okinawa, um aeroporto chama atenção por sua estética que lembra uma casa de férias projetada por um arquiteto. A reforma concluída em 2019 transformou o terminal em um verdadeiro “terminal-jardim”: espaços amplos, vegetação nativa prosperando junto à construção e até uma piscina ao ar livre que reforçam a sensação de resort.

Arquitetura e sensação residencial

O terminal privilegia um interior minimalista e aconchegante, com pisos de concreto polido e azulejos em tons naturais que trazem frescor e ajudam no controle térmico. A recepção, coroada por um telhado tradicional de duas águas vermelho, acolhe a luz natural e lembra a entrada de uma casa de veraneio, em vez de um espaço puramente funcional de transporte.

Integração com a natureza e clima local

Projetado para preservar e dialogar com a paisagem subtropical, o edifício usa portas deslizantes que protegem do vento e filtram a luz solar, além de favorecer a circulação de ar. A escolha por plantas nativas e amplos espaços verdes ajuda a suavizar o encontro entre interior e exterior, criando uma transição fluida e orgânica.

Sustentabilidade e certificação ZEB

O aeroporto se destaca também por soluções sustentáveis: foi o primeiro aeroporto a obter a certificação ZEB (Edifício de Energia Zero). O sistema de refrigeração aproveita a energia da água subterrânea e o design busca eficiência energética, reduzindo a dependência de recursos não renováveis.

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Resiliência e longevidade

A exposição ao ar salgado e aos ventos sazonais influencia a durabilidade das superfícies, mas o projeto optou por uma forma baixa e materiais que resistem melhor às condições locais. O resultado é um terminal que funciona como ponto de chegada e, ao mesmo tempo, como um refúgio arquitetônico em meio às águas turquesas e à vegetação exuberante da ilha.

Matéria inspirada em publicação da Architectural Digest França.

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