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Em Trancoso, casa nasce do terreno e do imaginário local: projeto usa materiais regionais e se abre para a mata

Em Trancoso, casa nasce do terreno e do imaginário local: projeto usa materiais regionais e se abre para a mata

Morada aproveita a topografia, privilegia ventilação e luz natural e dialoga com referências locais por meio de materiais típicos e soluções que respeitam o entorno

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Uma nova casa em Trancoso surge como extensão do próprio terreno e do imaginário da região: mais do que um abrigo, a construção é resultado de um projeto atento ao contexto — natural, cultural e climático. Implantada para aproveitar a vista para a mata nativa, a morada privilegia a orientação solar, a ventilação cruzada e a conexão visual com a paisagem.

Contexto e materiais

O uso de materiais típicos da região reforça esse vínculo. Elementos rústicos e locais, combinados a soluções contemporâneas, garantem texturas e tonalidades que remetem às casas tradicionais de Trancoso. A escolha de revestimentos e acabamentos busca reduzir o impacto visual e integrar a edificação ao entorno.

Integração com a mata

Vãos amplos, varandas e áreas externas atuam como transição entre o interior e a vegetação. A implantação respeita a topografia existente, preservando espécies e criando enquadramentos que levam a mata a ser parte constante do convívio diário.

Concepção e uso

O projeto prioriza espaços fluidos, aproveitamento da luz natural e ventilação — medidas que tornam a casa confortável sem depender excessivamente de climatização artificial. Áreas sociais se abrem para o exterior, enquanto setores íntimos se protegem com recuos e sombreamentos.

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Sustentabilidade e paisagismo

Além da escolha de materiais, o desenho paisagístico aposta em espécies nativas e técnicas de manejo de água para reduzir manutenção e consumo. A proposta revela uma arquitetura que nasce do lugar: não impõe, mas dialoga com o terreno e com as memórias locais.

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