Zoofilia Choca Caxambu do Sul: Homem Suspeito de Abusar de Animais é Denunciado com Provas Fortes

Denúncia Grave em Santa Catarina

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Um caso chocante de suposta zoofilia abalou a pequena cidade de Caxambu do Sul, no Oeste de Santa Catarina. A vereadora Pri Fernandes (PSD), de Florianópolis, trouxe à tona a denúncia através de suas redes sociais, relatando que um homem é suspeito de cometer agressões sexuais contra animais em um sítio da região. Entre as vítimas estariam porcos e uma cadela pertencente à família do suspeito. Vídeos e laudos veterinários foram apresentados como provas da violência, segundo a vereadora.

Abusos Recorrentes e Comprovação por Câmeras

As denúncias indicam que os abusos contra os porcos ocorriam há pelo menos dois anos. Mais recentemente, no final de 2025 e início de 2026, o homem teria praticado o mesmo crime contra a cadela da família, em locais públicos e dentro de um carro. As lesões graves sofridas pelo animal foram confirmadas por um laudo veterinário. A desconfiança da família sobre o comportamento dos animais levou à instalação de câmeras, que teriam registrado os supostos crimes.

Moradores Relatam Longo Período de Barbaridades

Um morador de Caxambu do Sul, que preferiu não se identificar, comunicou à vereadora que a situação já era conhecida por muitos na comunidade, mas que ninguém havia tomado providências. “Todo mundo fala sobre isso mas ninguém fez absolutamente nada até hoje, essas barbaridades estão acontecendo há tempos”, relatou o morador em uma mensagem. A vereadora Pri Fernandes expressou preocupação com a gravidade dos atos, afirmando que “um ser como esse que comete um ato absurdo desse contra um animal, daqui a pouco ele pode pegar uma criança também”.

Autoridades Investigam o Caso

O caso conta com testemunhas e exames veterinários e já foi formalmente comunicado às autoridades. Segundo a vereadora, o caso está sob investigação judicial. O portal ND Mais entrou em contato com a Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC) para obter um posicionamento sobre o andamento das investigações, mas até o fechamento da reportagem, não obteve retorno. O espaço permanece aberto para manifestação.

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