Atenção materna detecta sinal de alerta em registro casual
Uma fotografia tirada sem pretensão se tornou a chave para o diagnóstico precoce de um câncer ocular raro em uma bebê de apenas oito meses. Bronte Richards, mãe da pequena Raye, notou um reflexo branco peculiar no olho direito da filha em uma foto capturada com flash. Esse detalhe, que contrastava com o reflexo avermelhado comum em outras imagens, a levou a buscar ajuda médica, resultando na descoberta de retinoblastoma, um tipo de câncer que afeta a retina, principalmente em crianças.
O que parecia um erro na foto era um sinal de alerta
O momento decisivo ocorreu quando Bronte registrava um banho de sua filha. O flash da câmera, ao disparar, revelou uma diferença gritante entre os olhos de Raye: um apresentava o reflexo branco intenso, enquanto o outro, assim como o do irmão, mostrava o reflexo avermelhado usual. “Naquele momento, algo não pareceu certo”, relatou Bronte à imprensa britânica. A preocupação a levou a pesquisar o fenômeno, encontrando informações que associavam o reflexo branco a tumores oculares.
Insistência da mãe leva a diagnóstico e tratamento
Apesar de o médico da família inicialmente tentar tranquilizá-la, Bronte insistiu e procurou um oftalmologista. Durante a consulta, os profissionais notaram que Raye não reagia à luz direcionada ao olho direito, o que intensificou as suspeitas. A bebê foi encaminhada para atendimento de emergência e, após exames detalhados, foi diagnosticada com retinoblastoma bilateral, afetando ambos os olhos. O tumor no olho direito era consideravelmente grande.
Esperança após tratamento e acompanhamento a longo prazo
Após o choque inicial, Raye iniciou um tratamento que incluiu seis meses de quimioterapia para reduzir os tumores, seguido por sessões mensais de laser para manter a doença sob controle. Bronte relata que a resposta ao tratamento tem sido positiva, com pouca ou nenhuma atividade tumoral. A menina continuará sob acompanhamento especializado até os cinco anos e monitoramento da equipe de retinoblastoma até, pelo menos, os 16 anos. O caso de Raye reforça a importância da atenção dos pais a sinais incomuns e a necessidade de insistir em avaliações médicas, pois o diagnóstico precoce é fundamental para a cura e preservação da visão em casos de retinoblastoma.
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