Fé na sorte para um futuro melhor
Na reta final do ano, a fila na Lotérica da Ilha, no Centro de Florianópolis, misturava o calor com a tradicional esperança de fim de ano. Apostadores buscam o prêmio estimado em R$ 1 bilhão da Mega da Virada, que sorteará nesta quarta-feira (31), às 22h. Os sonhos variam entre o inusitado e o essencial, refletindo as prioridades de cada um.
Sonhos musicais e causa animal em primeiro lugar
Sara Sozim dos Santos Souza, de 27 anos e desempregada, já planeja um futuro sem a necessidade de procurar trabalho. Sua prioridade, caso ganhe, é direcionar recursos para a causa animal, com doações para protetoras independentes de Florianópolis e São José. “É uma causa que precisa de bastante atenção”, ressalta. Além disso, pretende adquirir uma casa espaçosa para abrigar animais e imóveis para seus pais e avó. Entre os desejos mais singulares, estão a contratação de shows privados da cantora Ana Castela para uma sobrinha e de um grupo infantil para a irmã. Para si mesma, um show de Luan Santana seria o presente ideal, mas com uma regra clara: ex-namorados estão fora de cogitação.
Saúde e tranquilidade como prioridade máxima
Para outros apostadores, a urgência é mais palpável. A aposentada Flúvia Dorneles, de 65 anos, enfrenta um tratamento contra o câncer e necessita de um medicamento importado, cujo custo mensal é de R$ 11 mil, para prevenir metástases. Após tentativas judiciais sem sucesso, Flúvia vê na Mega da Virada a esperança de garantir a continuidade do tratamento com tranquilidade. “Eu tirei todo o útero faz 45 dias. Esse remédio é para não passar para outros lugares”, explica. Com a saúde assegurada, seu desejo é voltar a viajar pelo Brasil, algo que não faz há cinco anos por dedicar-se aos cuidados pessoais.
Planos familiares e investimentos em imóveis
A expectativa pelo prêmio também se reflete em planos familiares. Maria Goularte de Souza, moradora de Florianópolis há mais de cinco décadas, priorizará o pagamento de contas e o auxílio aos filhos. Sua extravagância seria a compra de uma casa com uma piscina grande o suficiente para acomodar seus 12 netos, um bisneto e outros três que estão a caminho. “Tem que caber todo mundo”, afirma.
O mineiro Antônio Araújo, de 65 anos, que passa férias na capital catarinense, pretende investir o dinheiro em imóveis, elogiando a cidade: “Aqui é caro, mas é muito bom”. Um iate seria seu luxo pessoal. Já Anivaldo Ramos, de 69 anos, morador de São José, que voltou a apostar após um tempo, manteria o ganho em segredo. Seus planos incluem a compra de uma casa nova para cada um dos três filhos e um sítio para viver com mais tranquilidade, mas não descarta a possibilidade de comprar um prédio inteiro se ganhar sozinho.
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