Adoção Tardia em Rio do Sul
Em um ato de amor que transcende a idade, Mara Raquel Pires de Lima realizou o sonho de adotar uma adolescente que estava prestes a completar 18 anos. A jovem, que passou cinco anos em acolhimento institucional em Rio do Sul, no Alto Vale do Itajaí, teve sua adoção formalizada em 12 de dezembro. Ela estava no sistema desde 2019, e diversas tentativas anteriores de colocação em família substituta não haviam se concretizado.
Um Vínculo Construído ao Longo do Tempo
Mara já é mãe do irmão da adolescente, e o laço entre elas começou a se fortalecer anos antes, quando a mãe conheceu os dois irmãos ainda no abrigo. Visitas e passeios regulares ajudaram a aprofundar a conexão. Foi em um desses momentos que a adolescente a chamou de “mãe”. “Me deu um arrepio”, Mara recorda, questionando-se se aquele era um sinal do destino.
Alegria e Novos Começos
A decisão de oficializar a adoção veio em dezembro. A reação da jovem foi de pura felicidade. “Ela queria muito. Quando perguntei se queria ser minha filha, ela respondeu: ‘Quero muito, peço isso a Deus todos os dias’”, compartilha Mara. A mãe reforçou que ela já era sua filha e agora seria para sempre, unindo a família.
Família Grande: Um Sonho Realizado
Para Mara, que agora é mãe de três, a adoção tardia reforça a crença de que vínculos familiares não são definidos pela idade. “Às vezes dá medo, mas eles sempre dizem: ‘A gente dá um jeito, mãe’. E é isso. Deus sempre sabe o que a gente precisa na nossa vida, e eu sempre quis ter uma família grande”, afirma a “mãe guerreira”, como ela se define. Motorista de carreta, Mara dedica-se a batalhar pelo melhor para seus filhos.
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